Vacinas V8, V10, V12 e V14 para Cachorros: Qual é a Diferença e como Escolher?

Ao adotar um filhote de cão ou um cão adulto com histórico de vacinação desconhecido, uma das primeiras medidas a serem tomadas é a vacinação – prática fundamental na prevenção de doenças infecciosas e na manutenção do bem-estar animal. Por causa disso, produzimos este conteúdo que vai auxiliar você a melhor compreender como funciona a vacinação do seu pet e as diferenças entre a Vacina V8, Vacina V10, Vacina V12 e Vacina 14.

Recomendação para Quem Adotou um Pet Recentemente

Antes de continuar, trazemos uma novidade especial. Muitas pessoas nos enviam dúvidas sobre outros cuidados que devem ter com seus cães, além da vacinação. Por causa disso, estamos indicando o guia “Aprenda a adestrar o seu cão Passo a Passo”. Desta forma, problemas como seu pet fazendo xixi e cocô por toda a casa, mordidas, latidos, etc, indicamos este curso para você saber como adestrar o seu cão. Clique aqui, ou na imagem abaixo, e saiba mais.

Qual protocolo vacinal recomendado?

O protocolo vacinal recomendado por médicos veterinários para cães inclui as vacinas:

Quanto à vacina múltipla ou polivalente, existem os tipos V8, V10, V12 e V14.

Ambas são vacinas fabricadas com vírus vivos e atenuados combinados com a bactéria inativada de Leptospira spp. e ambas protegem contra 7 doenças infecciosas, as quais são:

Mas então, qual é a diferença entre as vacinas V8, V10, V12 e V14?

Confira o texto abaixo que preparamos para você entender a diferença entre as vacinas e saber como escolher o melhor para o seu cãozinho!

Vacinas V8, V10, V12 e V14 para Cachorros

A diferença está unicamente na quantidade de antígenos da bactéria Leptospira spp. utilizada em cada vacina.

O que acontece é que existem vários tipos de sorovares da bactéria Leptospira spp. e, para cada um, existe um antígeno específico.

E… O que é um sorovar? Sorovar é uma variedade genética de determinada espécie de bactéria, com diferenças nos componentes da superfície da célula.

Assim, a leptospirose é uma doença causada por diversos sorovares da bactéria do gênero Leptospira spp..

Considerando este aspecto, a vacina múltipla ou polivalente combate até 8 sorovares diferentes da bactéria Leptospira spp.. Quanto maior o número do “V”, mais antígenos a vacina apresenta e mais sorovares a vacina combate – e mais elevado o preço da vacina.

A vacina V8 combate 2 sorovares e a vacina V10 combate 4 sorovares. Já as vacinas V12 e V14 contém mais outros tipos diferentes de sorovares, dos quais alguns não estão presentes no Brasil.

Confira abaixo os respectivos sorovares que as vacinas combatem:

E como escolher a melhor vacina para o seu cãozinho?

Outro fato que acontece é que existem mais de 250 tipos de sorovares da bactéria Leptospira spp. ao redor de todo o planeta e cada região apresenta alguns sorovares mais prevalentes. Assim, os sorovares mais prevalentes na região é que devem ser considerados na escolha da vacina. Geralmente, as vacinas já reúnem os sorovares mais prevalentes na região a qual ela realiza a cobertura.

No Brasil, os sorovares mais comuns são Leptospira canicola e Leptospira icterohaemorrhagiae. Isso não significa que em outras regiões ou estados do país não existam outros sorovares diferentes em prevalência. Por exemplo, segundo estudo realizado em 2010, em Porto Alegre, as cepas mais prevalentes encontradas foram Leptospira canicola, Leptospira icterohaemorrhagiae e, também, Leptospira copenhageni.

As vacinas V8 e vacinas V10 realizam ótima cobertura no Brasil e são as mais utilizadas no país. Ambas protegem contra os dois sorovares mais prevalentes no Brasil – Leptospira canicola e Leptospira icterohaemorrhagiae.

A diferença é que a vacina V8 apresenta o preço menor e combate esses dois sorovares de Leptospira spp., enquanto a vacina V10 apresenta o preço maior, porém combate esses mesmos dois sorovares de Leptospira spp. e mais dois tipos diferentes.

Converse com um médico veterinário da sua confiança para que ele possa auxiliá-lo na escolha de acordo com a sua região!

E, lembre-se de que a vacina múltipla ou polivalente deve ser realizada a partir de 6 a 8 semanas de idade, em 3 doses com intervalos de 3 a 4 semana. Cães adultos com histórico de vacinação desconhecido também devem receber o mesmo protocolo vacinal. É necessário realizar uma dose de reforço anualmente. Os animais devem ser submetidos à consulta prévia com um médico veterinário para avaliação clínica e física e somente animais saudáveis podem ser vacinados. Recomenda-se a vacina importada pela melhor garantia da sua eficácia, a qual deve ser aplicada exclusivamente por um médico veterinário. 🙂

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Saiba Onde Vacinar Cachorros e Gatos em Porto Alegre

Nós sabemos que a vacinação de cães e gatos é fundamental para prevenção de doenças infecciosas e para manutenção do bem-estar animal.

Quando filhotes, os animais devem ser submetidos a protocolos vacinais estabelecidos por médicos veterinários e, após, devem receber uma dose de reforço anualmente.

Mas você sabe onde vacinar seu cão ou seu gato em Porto Alegre? Separamos abaixo algumas clínicas veterinárias nos principais bairros de Porto Alegre!

Saiba Onde Vacinar Cachorros e Gatos em Porto Alegre

Agronomia

Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS

Auxiliadora

Gaia Clínica Veterinária
Marta Masia Veterinária
Mundo Animal

Azenha

Cevet
My Pet Centro de Saúde e Bem Estar Animal

Bela Vista

Clinicat
Fofos e Feras Pet Shop
Pet Dreams

Bom Fim

Águia Veterinária
Bichos e Companhia Pet Shop
Mais Bichos Centro de Saúde Animal
Pegada’s Pet Shop

Bom Jesus

Clínica Veterinária Prontovet
Hospital de Clínicas Veterinárias do RGS

Cavalhada

Animed RS – Unidade Cavalhada

Centro Histórico

Cantinho dos Travessos Clínica Veterinária & Pet Shop
Casa dos Animais
Núcleo Veterinário

Chácara das Pedras

Pet and the City Boutique & Spa
Pet Home 24h – Clínica Veterinária 24 horas

Cidade Baixa

Mundo Pet
Centro de Saúde Animal
Cidade Bixo
O Gato – Consultório Felino

Cristal

Pet Support – Zona Sul

Floresta

Águia Veterinária
Petz – Moinhos de Vento
VetPlex Complexo Veterinário

Higienópolis

Bichomania Clínica Veterinária
Clínica Veterinária Toca dos Bichos
Pet Support

Independência

Pet Stop
Vet Care

Ipanema

Portovet Clínica Veterinária 24 Horas
Pet Vitae

Jardim Botânico

Centro Veterinário Barão do Amazonas

Jardim Lindóia

Centro de Estética e Saúde Animal Lindóia
Mundo a Parte

Menino Deus

A Terra dos Bichos Clínica Veterinária
Cia Animal
Hospital Veterinário Lorenzoni
Mascotes e Cia

Moinhos de Vento

Chatterie – Centro de Saúde do Gato
Clínica Veterinária Moinhos de Vento

Mont Serrat

Clínica Veterinária Lieberknecht
Veterinária Auxiliadora

Passo da Areia

Clínica Veterinária Bichos do Mundo

Passo das Pedras

Hospital Veterinário UniRitter

Petrópolis

Águia Veterinária
Animed RS – Unidade Petrópolis
Clínica do Gato
Fertvida Veterinária
Pet Fauna
Pet Spot
Puppyshow

Praia de Belas

Ponto do Cão Pet Shop e Clínica Veterinária

Rio Branco

Cat e Dog Clínica Veterinária
Clínica Veterinária Central
Mundo a Parte
Urgevet Animal Care

Santana

Armazém Quatro Patas
Pet Santana
Saúde Vet

Teresópolis

Krefta Vet Center
Nosso Pet
Panvet

Três Figueiras

Veterinária Três Figueiras

Tristeza

Centro Vet
Mundo a Parte
Vets Clínica Veterinária
Vida Pet

Vila Ipiranga

Clínica Veterinária do Forte

Importante! Antes de vacinar o seu animalzinho, lembre-se:

– O animal deve passar por consulta prévia com um médico veterinário.
– A vacina deve ser aplicada por um médico veterinário.
– Recomenda-se a aplicação da vacina importada (ética) – saiba o porquê aqui!

Pronto! Agora você tem várias opções de onde levar o seu cão e/ou o seu gato para vacinar em Porto Alegre e já sabe dos cuidados necessários para uma vacinação segura e eficaz. 🙂

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Vacinas Nacionais e Importadas para Cachorros e Gatos: Entenda Definitivamente as Diferenças

Certamente, você já ouviu dizer que a vacina nacional apresenta qualidade inferior em relação à vacina importada para cães e gatos. Mas… E por quê?

Este é um assunto que gera bastante polêmica, visto que há diversos textos, relatos de casos e experiências pessoais na internet com informações e opiniões que se contradizem.

Se você quiser entender definitivamente as diferenças entre as vacinas nacionais e importadas para cães e gatos de maneira simplificada e direta, confira abaixo!

Vacinas Nacionais e Importadas para Cachorros e Gatos

São 3 diferenças que tornam a qualidade da vacina nacional inferior à vacina importada, visto que essas diferenças acabam resultando em falhas vacinais, ou seja, a vacina é aplicada, mas por algum motivo, não cumpre a sua função de imunizar o animal.

1. Distribuição e venda

Existem algumas diferenças quanto à tecnologia empregada e quanto ao tipo de cepas utilizadas, mas ambas as vacinas passam por testes de análise e são registradas na ANVISA para serem aprovadas para comercialização no Brasil.

Porém, as vacinas nacionais (não-éticas ou não profissionais) são vendidas para qualquer tipo de estabelecimento, como por exemplo, agropecuárias e casas de rações.

Já as vacinas importadas (éticas ou profissionais) são vendidas exclusivamente para estabelecimentos veterinários, como por exemplo, clínicas e hospitais, necessitando haver um médico veterinário responsável para a venda.

Vale lembrar que não existe uma legislação que regulamenta a venda das vacinas, mas sim um acordo comercial entre os fabricantes e distribuidores das vacinas e os médicos veterinários. Alguns produtos, como as vacinas, são classificados pelas empresas como “linha nobre” e são vendidos somente para estabelecimentos em que há um médico veterinário responsável a fim de garantir a qualidade do produto.

2. Armazenamento

A temperatura de armazenamento das vacinas desde o laboratório até o momento de aplicação é de extrema importância para garantir a eficácia da ação.

Como as vacinas nacionais são vendidas para qualquer tipo de estabelecimento, é possível que haja um descuido com a temperatura de armazenamento, a qual deve ser mantida entre 2 a 8ºC. Nesse locais, geralmente, as vacinas são armazenadas em geladeiras comuns, de maneira inadequada, sem mensuração e controle da temperatura e sem preparo para casos de queda da energia elétrica. Ao ser armazenada de forma incorreta, a vacina perde a sua eficácia em imunizar os animais, que ficam suscetíveis a contrair a doença mesmo com a aplicação da vacina.

Já as vacinas importadas, como são vendidas somente para médicos veterinários e são aplicadas em estabelecimentos veterinários, são mais seguras e eficazes porque existe um cuidado maior com o armazenamento. Normalmente, as recomendações técnicas de armazenamento são seguidas e as vacinas são conservadas corretamente na faixa de temperatura ideal.

Seguem abaixo algumas recomendações para o armazenamento correto das vacinas:

3. Aplicação

Devido ao fato da vacina nacional ser vendida em qualquer tipo de estabelecimento, sua aplicação é feita por pessoas sem experiência ou é entregue para o proprietário realizá-la em casa.

No entanto, a vacina importada é aplicada somente por médicos veterinários, que estão aptos para examinar o paciente, reconhecer algum problema de saúde e informar se o animal tem condições para vacinação, para, então, realizar a aplicação correta.

A avaliação do animal pelo médico veterinário é fundamental para a vacinação! Animais desnutridos, com problemas de saúde e imunodeprimidos não podem receber vacinas, pois o sistema imune deles não está em condições de gerar a resposta vacinal e a vacina pode induzir a doença a qual ela deveria prevenir nesses animais.

Vacinas Nacionais e Importadas para Cachorros e Gatos

Por essas 3 variáveis que podem resultar em falhas vacinais com as vacinas nacionais, recomenda-se a aplicação das vacinas importadas para cães e gatos. O preço da vacina importada é um pouco maior, mas, em compensação, a vacina é mais segura e eficaz, tendo uma ótima relação custo-benefício. Em casos de restrição financeira, é possível procurar um médico veterinário e conversar com ele sobre o assunto.

Uma vacinação eficaz não depende somente do produto, mas também de uma série de fatores vinculados a ele, como transporte, armazenamento e aplicação, e de fatores relacionados ao próprio animal, por isso é essencial a presença de um médico veterinário no processo como um todo. 🙂

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Giardíase Canina: 8 Informações Fundamentais para Você Entender a Doença

Como todo dono de cachorro, você já deve ter ouvido falar ou já deve ter presenciado com o seu animal algum caso de giardíase canina.

É uma doença que causa diarreia, que está associada a contaminação do ambiente, como praças e parques, e que é mais frequente em cães do que em gatos pelo hábito de passear e fazer as suas necessidades na rua. Mas como todo dono de cachorro, provavelmente você já ouviu falar sobre isso também, certo?

Porém, se você quiser entender mais sobre o mecanismo da doença, sinais clínicos e métodos de diagnóstico, de tratamento e de controle, confira abaixo 8 informações fundamentais sobre a giardíase canina.

Giardíase Canina

1. O que é?

A Giardia intestinalis ou Giardia duodenalis é um microorganismo classificado como protozoário flagelado que causa uma infecção no trato intestinal de mamíferos.

O seu ciclo de vida apresenta 2 formas:

– O cisto: é a forma infectante e de resistência; é eliminado nas fezes de um animal contaminado, permanece no ambiente e é ingerido por outro animal, transmitindo a doença.

– O trofozoíto: é a forma não-infectante, pois é sensível ao ambiente e ao suco gástrico do estômago; é liberado a partir do cisto quando este chega ao intestino delgado, causando a doença.

2. Como é a transmissão?

Em cães, geralmente a infecção ocorre pela ingestão de cistos presentes no ambiente que foram eliminados nas fezes de um outro cão contaminado.

Os cistos sobrevivem ao ambiente e ao suco gástrico do estômago e eclodem no intestino delgado, liberando os trofozoítos, que causam a patogenia.

Importante lembrar que a doença também pode ser transmitida pelo consumo de água contaminada ou por banhos em águas recreacionais, pois é uma doença de veiculação hídrica.

3. O que causa e como causa?

Os trofozoítos causam uma síndrome de má absorção por meio de 2 mecanismos:

Provocam encurtamento e atrofia das vilosidades do intestino delgado. Essas vilosidades são dobras da parede do intestino delgado e tem como função aumentar a superfície de contato do intestino com os alimentos para ter uma área maior de absorção de nutrientes. Com as vilosidades encurtadas e atrofiadas, a área de absorção de nutrientes fica menor.

Aumentam a taxa de renovação celular tornando incompleta a diferenciação das células intestinais, ou seja, as células ficam sempre jovens e não atingem a sua maturidade funcional, não absorvendo adequadamente os nutrientes.

Deste modo, o animal se alimenta, mas não absorve os nutrientes e a água dos alimentos devido a essas alterações na estrutura do intestino delgado causadas pelos trofozoítos.

Com essa má absorção dos alimentos, a motilidade intestinal aumenta e o tempo de trânsito intestinal diminui. Isso quer dizer que os movimentos do intestino aumentam para expulsar o conteúdo, que permanece menos tempo no intestino; como esse tempo é insuficiente para formar o bolo fecal e a água dos alimentos não está sendo absorvida, o animal apresenta diarreia.

4. Quais são os sinais clínicos?

Como já falamos, os sinais clínicos da giardíase canina cursam com diarreia, a qual pode ser auto-limitante, contínua ou descontínua. Pode haver presença de gordura nas fezes pela má absorção de triglicerídeos. Como a água dos alimentos não é absorvida, pode haver sinais de desidratação. Também pode haver episódios de vômitos, dores abdominais, gases e perda de peso.

É possível que alguns animais não manifestam sinais clínicos, porém mesmo assim eliminam os cistos nas fezes, sendo uma fonte de contaminação para outros animais.

5. Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da giardíase canina é realizado pelo histórico apresentado ao médico veterinário, sinais clínicos e exame clínico do animal.

Para confirmação da suspeita clínica, também pode ser realizado um esfregaço de fezes frescas, o qual permite a identificação dos cistos. Porém, como a diarreia pode ser descontínua, o teste pode resultar em falso negativo, ou seja, não é possível visualizar nenhum cisto na amostra. Por isso, para melhor precisão dos resultados é ideal coletar 3 amostras de fezes com intervalos de 5 dias para realizar o esfregaço.

6. Como é feito o tratamento?

O tratamento da giardíase canina consiste na administração de fármacos de ação antimicrobiana que abrangem microorganismos anaeróbicos (microorganismos que vivem na ausência de oxigênio) e de ação antiparasitária, como por exemplo, o metronidazol.

A consulta ao médico veterinário é essencial para que sejam estabelecidos a dose do fármaco e o tempo de tratamento adequados para cada animal e para que haja acompanhamento da evolução do caso.

Importante: não administrar metronidazol em animais gestantes, visto que o fármaco atravessa a barreira placentária e o seu efeito nas células fetais ainda é desconhecido!

7. Como é feito o controle?

É sempre melhor prevenir do que remediar, não é? A prevenção da giardíase canina é feita por meio da vacinação dos animais e práticas de higiene, como limpeza do ambiente, recolhimento das fezes dos animais e tratamento da água.

8. Como é a vacina e a sua eficiência?

A vacina para giardíase canina deve ser realizada a partir da oitava semana de idade com aplicação de uma segunda dose entre 14 a 28 dias após a primeira dose, seguida de reforço anual com uma dose.

A vacina pode não impedir a infecção, porém a sua aplicação ainda assim é importante, visto que ela diminui a intensidade dos sinais clínicos e a quantidade de cistos eliminados nas fezes, tornando a infecção mais branda.

Pronto! Agora você sabe realmente como a giardíase canina se desenvolve, o que e como ela causa, como são feitos o diagnóstico e o tratamento e, principalmente, como prevenir. Lembre de levar o seu cão para vacinar anualmente, de mantê-lo em lugar limpo e de recolher as fezes dele durante o passeio. E se o seu animalzinho manifestar algum dos sinais clínicos citados, procure e siga as orientações de um médico veterinário. 🙂