Microchip Para Cães e Gatos: O Que é, Como Funciona, Onde e Como é Implantado, Qual é o Preço?

Microchip para cães e gatos: o que é, como funciona, onde e como é implantado, qual é o preço?

Você já imaginou se o seu cãozinho ou o seu gatinho foge de casa? Ou se ele é roubado e depois abandonado? E você sabia que você pode aumentar as suas chances de encontrá-lo com um microchip para cães e gatos?

O microchip para cães e gatos não fornece o rastreamento em tempo real, como o GPS. Porém, ele aumenta as chances de você encontrar o seu animalzinho, porque ele pode ajudar a pessoa que encontrá-lo chegar até você. As coleiras com plaquinha de identificação podem ajudar, mas o animal pode perdê-la. A conduta ao encontrar um animal perdido é sempre levá-lo a uma clínica veterinária ou a um pet shop para verificar se o animal possui um microchip e, assim, fazer a sua leitura e obter os seus dados de identificação. Além disso, o uso de microchip é obrigatório caso você faça viagens internacionais com o seu animalzinho.

Importante: o uso do microchip não dispensa o uso da coleira com plaquinha de identificação, mas ele fornece uma garantia a mais de você encontrar o seu pet. Outra opção, é você utilizar no seu animal uma coleira com rastreador GPS, assim você saberá a sua localização em tempo real.

Tire todas as suas dúvidas sobre microchip para cães e gatos logo abaixo!

1. O que é o microchip para cães e gatos?

O microchip para cães e gatos é um dispositivo eletrônico, super pequeno (1.25mm), implantado sob a pele dos animais, que armazena diversas informações sobre o animal para auxiliar na sua identificação.

Cada microchip apresenta um código numérico exclusivo e inalterável. Após a implantação, esse código numérico é registrado em alguns sites de bancos de dados online, junto com as informações do animal, como você verá a seguir.

Ah! E todos os microchips são feitos com um material biocompatível com a pele dos animais, então não causam reações e alergias!

2. Como funciona o microchip para cães e gatos?

O microchip para cães e gatos é identificado por um leitor, o qual funciona como um scanner: ele faz a varredura do sinal emitido pelo microchip por meio de um onda de radiofrequência baixa. Após a leitura, o código numérico do microchip aparece no visor do leitor.

3. Onde o microchip para cães e gatos é implantado?

O microchip para cães e gatos é implantado no dorso dos animais, mais exatamente na região entre as escápulas, como mostra a imagem abaixo.

Microchip para cães e gatos: tamanho, seringa e local de implantação

4. Como é a implantação de microchip em cães e gatos?

A implantação de microchip em cães e gatos deve ser feita exclusivamente por médicos veterinários, é rápida e indolor, semelhante a uma injeção, e não requer anestesia. Além disso, a implantação é feita uma única vez, não havendo necessidade de troca.

Confira o passo a passo da implantação de microchips em cães e gatos:

  1. O leitor é passado nos animais para verificar se não há nenhum outro microchip implantado previamente.
  2. O leitor é passado no microchip para verificar a sua funcionalidade.
  3. O microchip é implantado na região entre as escápulas dos animais com uma seringa especial.
  4. O leitor é passado novamente nos animais para verificar a implantação.
  5. O código numérico do microchip e as informações dos animais são registrados em sites de bancos de dados online.
    Microchip para cães e gatos: passo a passo da implantação

    5. Quais são os sites para registrar o microchip para cães e gatos?

Alguns sites que você registrar o microchip do seu animalzinho são:

Site do Cadastro Nacional:
http://www.abrachip.com.br

Site do Sistema de Identificação e Registro de Animais da América Latina:
http://www.siraa.net

Site do Cadastro Internacional da Virbac:
http://www.backhome.com.br/

Uma dica: você pode pesquisar se a prefeitura da sua cidade disponibilizada algum site de banco de dados online para você também registrar o seu animalzinho nele.

Além do código numérico do microchip, são registradas as suas informações, como nome, telefone e endereço, e as informações do animal, como nome, espécie, raça, sexo e data de nascimento.

Você também pode registrar outras informações, como data de vacinas e vermífugos, medicamentos que o seu animal já tomou e doenças anteriores, por exemplo, para criar um histórico dele, trazendo praticidade e facilidade para a sua vida no momento em que você precisar dessas informações!

6. Qual é o preço do microchip para  cães e gatos?

O preço do microchip para cães e gatos normalmente varia entre R$100,00 a R$200,00.

Agora que você já tirou as suas dúvidas sobre microchip para cães e gatos, já pode considerar a implantação no seu animalzinho e garantir mais uma forma de segurança para ele. Mas esperamos que você nunca precise usá-lo! 🙂

E, você quer saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download o Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.

 

Como Aprender a Falar a Língua do seu Cão

Você gostaria de entender o que o seu cão quer te dizer por meio do seu comportamento? E você gostaria de que ele entendesse o que você está querendo dizer para ele? Então, se você quiser aprender a falar a linguagem do seu cão, esse post para você!

Sabemos que os cães trazem muita alegria, amor e carinho para as nossas vidas, porém, algumas vezes, eles podem adotar comportamentos um tanto inadequados, como fazer xixi e coco/urinar e defecar no lugar errado, comer coco/fezes, roer móveis, latir em excesso, pular nas pessoas, puxar você e a coleira durante o passeio, demonstrar ansiedade ao ficar sozinho ou demonstrar agressividade.

Por mais que os cães sejam animais domesticados, eles ainda apresentam o seu instinto natural de viver como eles sempre viveram, tanto na forma como eles se relacionam, interagem e respondem a estímulos: em matilha. O que acontece é que hoje nós somos a matilha deles e, por isso, precisamos aprender a falar a linguagem deles.

Pensando nisso, o Método da Nova Matilha surgiu para ensinar a você a linguagem da matilha, que são um conjunto de ações que despertam gatilhos nos cães e que os fazem responder instintivamente de maneira positiva. Com o Método da Nova Matilha, você assumirá a posição de líder da matilha e será capaz, você mesmo, sem depender de um profissional especialista em comportamento canino, de educar o seu cão e de resolver os comportamentos que te trazem problemas.

Para isso, o Método da Nova Matilha reuniu os melhores profissionais de comportamento canino para ensinar a você, de um modo 100% online, os fundamentos da nova matilha, o funcionamento do comportamento canino e comandos de adestramento. Além disso, o Método da Nova Matilha apresenta um bônus de veterinária, repleto de informações sobre cuidados gerais de saúde, vacinação, vermífugo e anti-pulgas, castração e alimentação!

E para completar, cada inscrição realizada no Método da Nova Matilha gera 1kg de ração para cãezinhos que ainda não encontraram um lar!

Então, quer aprender a falar a linguagem do seu cão e ser capaz, você mesmo, de educá-lo, corrigir os problemas de comportamento dele, se tornar líder da sua matilha e ainda ajudar cãezinhos que ainda não encontraram um lar?

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Hérnia de Disco em Cães: 9 Perguntas e Respostas

Hérnia de Disco em Cães: 9 Perguntas e Respostas

Hérnia de disco em cães? Sim, eles também podem ter! Também conhecida como doença do disco intervertebral, a hérnia de disco é a principal causa de compressão medular e consequentes disfunções neurológicas observada em cães, afetando a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida dos nossos bichinhos.

Você quer entender mais sobre a doença? Então, vem com a gente e dá uma olhadinha nesse post que preparamos com 9 perguntas e respostas sobre hérnia de disco em cães para você esclarecer as suas dúvidas!

1. Como é a anatomia da coluna vertebral dos cães?

Para entendermos mais sobre a hérnia de disco em cães, precisamos falar brevemente sobre anatomia! A coluna vertebral dos cães é formada por vértebras e cada vértebra apresenta um corpo, um arco e alguns processos ósseos. Entre os corpos das vértebras, existem os espaços intervertebrais, onde estão localizados os discos intervertebrais. Já os arcos das vértebras formam, na sua totalidade, o canal vertebral, o qual envolve a medula espinhal, de onde saem os nervos para o corpo.

Os discos intervertebrais são formados pelo núcleo pulposo, uma área central gelatinosa de formato ovóide e pelo anel fibroso, um envoltório com várias camadas de fibrocartilagem ao redor do núcleo pulposo. A função dos discos intervertebrais é absorver choques mecânicos e dissipar forças, diminuindo o impacto na coluna vertebral.

Hérnia de Disco em Cães: Anatomia da Vértebra

2. O que causa a hérnia de disco em cães?

A causa da hérnia de disco em cães está relacionada com alterações na estrutura e na composição do disco intervertebral. Essas alterações ocasionam a degeneração do disco intervertebral e a redução dos mecanismos de absorção de choques por ele. Algumas raças, como as raças condrodistróficas, apresentam uma predisposição genética para o desenvolvimento da hérnia de disco, como veremos a seguir.

3. Quais são os tipos de hérnia de disco em cães?

A degeneração do disco intervertebral pode ocorrer por meio de duas formas: por metaplasia condróide ou por metaplasia fibróide. Na metaplasia condróide ocorre a substituição do núcleo pulposo por cartilagem hialina enquanto na metaplasia fibróide ocorre a substituição do núcleo pulposo por tecido fibrocartilaginoso.

Dessa forma, a hérnia de disco em cães é classificada em Hansen tipo I e Hansen tipo II.

3.1 Hérnia de disco Hansen tipo I

Na hérnia de disco Hansen tipo I, ocorre metaplasia condróide do disco intervertebral: o núcleo pulposo é substituído por cartilagem hialina, enfraquecendo o anel fibroso, que tem todas as suas camadas rompidas. Assim, o núcleo pulposo sai pelo anel fibroso e invade o canal vertebral, comprimindo a medula espinhal.

Esse processo é chamado de extrusão discal, ocorre de forma maciça e aguda, é mais comum nas raças condrodistróficas e nas raças de pequeno porte (cocker, poodle, chihuahua) e acomete animais mais jovens.

3.2 Hérnia de disco Hansen tipo II

Na hérnia de disco Hansen tipo II, ocorre metaplasia fibróide do disco intervertebral: o núcleo pulposo é substituído por tecido fibrocartilaginoso, enfraquecendo o anel fibroso, que tem parte das suas camadas rompidas. Assim, o núcleo pulposo se movimenta e desloca o anel fibroso em direção ao canal vertebral, comprimindo a medula espinhal.

Esse processo é chamado de protrusão discal, ocorre de forma crônica e lenta, é mais comum nas raças não-condrodistróficas e nas raças de grande porte (pastor alemão, labrador, dobermann) e acomete animais mais velhos.

Hérnia de Disco em Cães: Hansen tipo I e Hansen tipo II

3.3 Hérnia de disco Hansen tipo III

Ainda, existe a hérnia de disco Hansen tipo III, em que ocorre uma extrusão em alta velocidade e não-compressiva do núcleo pulposo, sem haver um processo de degeneração prévio do disco intervertebral. Embora não ocorra compressão da medula espinhal, a hérnia de disco Hansen tipo III causa lesões severas na medula espinhal, pois a velocidade da extrusão é o principal fator que determina a intensidade da lesão medular. Nesse caso, a lesão na medula espinhal é decorrente da reação inflamatória, redução da perfusão sanguínea e necrose.

4. Por que os cães das raças condrodistróficas têm maior predisposição genética à hérnia de disco?

Mas primeiro, o que e quem são as raças condrodistróficas? A condrodistrofia é uma condição que restringe o crescimento, visto que afeta o desenvolvimento das cartilagens dos ossos longos dos membros, resultando em patinhas curtas. Alguns exemplos de raças condrodistróficas são o dachshund, o beagle, o basset hound, o buldogue francês, o pequinês, o shih tzu, o lhasa apso e o welsh corgi.

Hérnia de Disco em Cães: Raças Condrodistróficas com Maior Predisposição Genética

São dois fatores que fazem os cães das raças condrodistróficas ter maior predisposição genética à hérnia de disco.

O primeiro fator é que os cães dessas raças apresentam um padrão de envelhecimento do disco intervertebral diferente das outras raças, de forma que a perda da estrutura gelatinosa do núcleo pulposo é mais precoce. Desse modo, a degeneração do disco intervertebral ocorre mais cedo, o qual fica com a sua função de absorver choques prejudicada.

O segundo fator é que os cães dessas raças apresentam a composição do disco intervertebral diferente, na qual os componentes da matriz do disco intervertebral estão em menor quantidade do que nas outras raças. Isso implica em uma absorção de choques deficiente, pois a eficiência mecânica dos discos intervertebrais depende da qualidade e da quantidade dos componentes da matriz.

Assim, devido ao envelhecimento precoce do disco intervertebral e à composição da matriz do disco intervertebral em menor quantidade, os discos intervertebrais de cães das raças condrodistróficas têm menor capacidade de absorver choques, sendo mais suscetíveis à formação da hérnia de disco.

Quais são os sinais clínicos da hérnia de disco em cães?

Os tipos e a intensidade dos sinais clínicos da hérnia de disco em cães dependem de vários fatores, como a localização da hérnia de disco, o tipo de hérnia de disco, a quantidade de material herniado, a velocidade e a duração da compressão medular e o envolvimento dos nervos espinhais.

De acordo com a localização da hérnia de disco ao longo da coluna vertebral, a doença do disco intervertebral é classificada em cervical, toracolombar e lombossacral. A região mais frequentemente acometida é a região toracolombar, seguida da região cervical.

Os sinais clínicos da hérnia de disco cervical incluem:

  • Dor
  • Postura de cabeça baixa e dorso arqueado
  • Pescoço rígido
  • Relutância em movimentar a cabeça e o pescoço
  • Incoordenação para andar, perda parcial (paresia) ou total (plegia) do movimentos voluntários nos 4 membros (arrasta os membros para andar ou pára de andar)

Os sinais clínicos da hérnia de disco toracolombar incluem:

  • Dor
  • Postura de dorso arqueado e andar rígido
  • Incoordenação para andar, perda parcial (paresia) ou total (plegia) do movimentos voluntários nos membros pélvicos (arrasta os membros para andar ou pára de andar)
  • Incontinência urinária

Os sinais clínicos da hérnia de disco lombossacral incluem:

  • Dor
  • Incoordenação para andar, perda parcial (paresia) ou total (plegia) do movimentos voluntários nos membros pélvicos (arrasta os membros para andar ou pára de andar)
  • Incontinência urinária e/ou fecal

6. Como é feito o diagnóstico da hérnia de disco em cães?

O diagnóstico da hérnia de disco em cães é realizado pelo médico veterinário por meio do exame clínico e do exame neurológico do paciente, o qual ajuda a estimar a localização e a extensão da lesão. Porém, para confirmar a localização e a extensão da lesão, são necessários exames complementares de imagem, como radiografia simples, radiografia contrastada (mielografia), tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Atualmente, a mielografia é o método mais utilizado para diagnosticar hérnia de disco em cães, devido à sua maior disponibilidade na rotina veterinária e ao seu custo mais acessível. O exame é realizado por meio de uma radiografia do paciente após uma injeção de um agente de contraste no canal medular, o que permite delinear a medula espinhal e identificar o local da compressão medular, visto que ali ocorre atenuação do fluxo de contraste.

A radiografia simples pode ser útil, porém só permite identificar lesões que envolvam diretamente as vértebras, não sendo possível visualizar a medula espinhal. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética são as melhores opções, pois permitem identificar alterações mais sutis, mas infelizmente não estão facilmente disponíveis na rotina veterinária e o seu custo é alto.

7. Como é feito o tratamento da hérnia de disco em cães?

O tratamento da hérnia de disco em cães pode ser clínico ou cirúrgico. E como é feita a escolha pelo médico veterinário? Bom, ele irá avaliar o histórico e os sinais clínicos do paciente para eleger o tratamento mais adequado.

7.1 Tratamento clínico

O tratamento clínico, também chamado de tratamento conservador, é indicado para cães que sofrem um episódio inicial de dor ou de disfunção neurológica, como incoordenação para andar ou perda parcial dos movimentos voluntários (arrasta os membros), ou para cães que apresentam outros problemas clínicos que inviabilizam a cirurgia.

O tratamento clínico é realizado pelo confinamento estrito do paciente em gaiola por 3 a 4 semanas, associado ou não à medicação anti-inflamatória e analgésica. O repouso forçado é necessário porque ele permite uma resolução da inflamação e facilita a estabilização do disco intervertebral.

Durante esse período, o paciente deve ser retirado da gaiola duas vezes por dia para a realização de exercício brando na coleira peitoral e para o esvaziamento da bexiga e do intestino. Para pacientes que perderam a capacidade de realizar movimentos voluntários, é necessário realizar a compressão da bexiga de 3 a 4 vezes por dia para evitar infecção urinária, administração de laxantes e fisioterapia para manter a massa muscular e a extensão dos movimentos articulares.

A maior parte dos cães tratados clinicamente apresenta melhora dos sinais clínicos, porém o reaparecimento dos sinais clínicos é comum. Nesse caso ou em caso de piora dos sinais clínicos, o paciente deverá ser reavaliado para a intervenção cirúrgica.

7.2 Tratamento cirúrgico

O tratamento cirúrgico é indicado para casos que não responderam ao tratamento clínico, para casos de reaparecimento dos sinais clínicos ou para casos de perda parcial ou total dos movimentos voluntários.

O tratamento cirúrgico tem como objetivo descomprimir a medula espinhal pela remoção da hérnia de disco, o que pode promover o alívio da dor e a restauração da função motora. Existem diferentes técnicas cirúrgicas e a escolha é determinada pela localização da hérnia de disco na medula espinhal.

Na maioria dos casos, o tratamento cirúrgico é eficaz. O alívio da dor ocorre entre 24 a 48 horas do pós-operatório e a recuperação da função motora depende da apresentação clínica do paciente, variando de 7-10 dias a 6-8 semanas.

A cirurgia descompressiva deve ser realizada o quanto antes, pois quanto mais cedo for feita a cirurgia, maiores são as chances do paciente recuperar a função motora. Por isso, infelizmente, em situações graves, a hérnia de disco causa lesões irreversíveis na medula espinhal, não sendo possível recuperar a função motora mesmo com a cirurgia, e o cãozinho pode ficar paraplégico.

8. Como prevenir a hérnia de disco em cães?

Sim, existem algumas medidas que você pode tomar para evitar que o seu cãozinho tenha hérnia de disco!

  • Controle o peso do seu cão e evite a obesidade, fornecendo uma dieta saudável e balanceada e estimulando a prática de exercícios.
  • Evite exercícios e movimentos bruscos, como subir e descer escadas e pular da cama e do sofá.
  • Adapte rampas ou escadas para pets na cama e no sofá.
  • Prefira sempre a coleira peitoral, pois a coleira cervical pode forçar a região do pescoço.
  • Utilize reguladores de altura para os potes de água e de comida, pois para alguns cães, os potes no chão também podem forçar a região do pescoço.

9. Quais são os cuidados que se deve ter com cães paraplégicos?

Ter um cãozinho paraplégico em casa não é uma tarefa fácil, mas é gratificante! Esses cãezinhos precisam de cuidados especiais para o resto da vida, como:

  • Troca de posição ao longo do dia para evitar úlceras na pele
  • Compressão da bexiga de 3 a 4 vezes por dia para evitar infecção urinária
  • Administração de laxantes para o esvaziamento intestinal
  • Fisioterapia ou hidroterapia para manter a massa muscular e a extensão dos movimentos articulares
  • Cadeirinha de rodas para ajudar na locomoção
  • Revisões periódicas pelo médico veterinário
  • Uso mais frequente de antibióticos e anti-inflamatórios

Porém, apesar desses cuidados especiais, o amor que eles nos dão em troca faz tudo valer a pena.

Hérnia de Disco em Cães: Cadeira de Rodas para Cãezinhos

Com essas 9 perguntas e respostas sobre hérnia de disco em cães, agora você já sabe como é a anatomia da coluna vertebral dos cães, a causa e os tipos de hérnia de disco, os sinais clínicos que a doença provoca, como é feito o diagnóstico, o tratamento e a prevenção e quais são os cuidados especiais com cãezinhos paraplégicos. 🙂

Importante: se o seu cãozinho apresentar algum desses sinais clínicos, leve-o imediatamente para o médico veterinário de sua confiança, pois o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento!

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Seu Cachorro Tem Medo de Fogos de Artifício? Saiba o Que Fazer!

 

Seu Cachorro Tem Medo de Fogos de Artifício? Saiba o Que Fazer?

Em datas comemorativas, como Natal e, principalmente, Ano Novo, em que se costuma haver queima de fogos de artifício, você gostaria de aproveitar com a sua família e com os seus amigos, mas o seu cachorro tem medo do barulho dos fogos de artifício e você fica preocupado? Ele fica inquieto, procura algum lugar para se esconder, late, chora ou se auto-mutila e você não sabe como agir? Então, vem com a gente e dá uma olhada nesse material que preparamos para ajudar o seu cãozinho a superar o medo dos fogos de artifício!

1. Transmita segurança e confiança se o seu cachorro tem medo de fogos de artifício

Por mais que nos parta o coração, quando o nosso cãozinho demonstra medo, ansiedade e estresse diante de uma situação que não representa perigo para ele, como no caso dos fogos de artifício, o correto é não pegá-lo no colo e não acarinhá-lo. Mas por que? Porque quando fazemos isso, os cães entendem que é certo sentir medo.

Nossa postura, gestos, tom de voz e comportamento têm influência direta no comportamento dos nossos cães. Então, se o seu cachorro tiver medo de fogos de artifício, transmita segurança e confiança para ele. Como? Ande pela casa com a postura erguida, fale com segurança, demonstre que você está bem e que você não está preocupado. Se o seu cachorro perceber que você está bem diante da situação, ele vai entender que ele também não precisa sentir medo.

2. Pratique a Técnica Tellington Touch com o seu cachorro

A técnica Tellington Touch é uma ótima opção para cachorros que sentem medo de fogos de artifício. Criada pela adestradora canadense Linda Tellington-Jones inicialmente para cavalos na década de 70 e adaptada para cachorros na década de 80, a técnica Tellington Touch combina toques corporais e amarrações corporais e pode ser praticada por qualquer tutor! Os seus benefícios são incríveis: além de melhorar o comportamento marcado por medo, ansiedade e agitação, também melhora o comportamento agressivo, a performance atlética e a habilidade de aprendizado.

O princípio da técnica baseia-se na acupressão, que é uma terapia alternativa com origem na medicina tradicional chinesa e que consiste na aplicação de pressão em pontos específicos do corpo, estimulando o seu relaxamento ao ativar as células e melhorar o fluxo de energia.

Os toques corporais consistem de movimentos circulares específicos dos dedos ao longo de todo o corpo do cachorro. Aplique o toque nas orelhas, ao longo do dorso e do abdômen e nas patas do cachorro, sempre realizando um círculo completo mais um quarto de círculo. Você pode começar alguns dias antes de alguma data comemorativa em que se costuma ter fogos de artifício para o seu cachorro ir relaxando gradualmente. Abaixo, segue o um vídeo em que Linda demonstra alguns exemplos da técnica!

As amarrações corporais exercem pressão constante em pontos específicos do corpo, então coloque no seu cachorro no dia em que haverá queima de fogos de artifício e retire após o seu término. Abaixo, segue uma imagem para você aprender a fazer com o seu cãozinho. Cuide para não amarrar muito forte para não machucar o seu cachorro e nem muito fraco para que ele não se enrole. Ao amarrar, coloque o nó para a lateral do corpo, nunca amarre em cima da coluna.

Técnica Tellington Touch para Cachorros com Medo de Fogos de Artifício

3. Forneça calmantes naturais para o seu cachorro

3.1 Calmyn Dog

O Calmyn Dog, desenvolvido pela Organnact, é um suplemento alimentar com aminoácidos (triptofano, fenilalanina, isoleucina e tirosina) vitamina (niacina, que é a vitamina B3) e mineral (magnésio) indicado para cães de qualquer idade em situações de estresse, como o medo de fogos de artifício, que podem provocar nervosismo, ansiedade e agitação. E como ele funciona?

O triptofano é um precursor da serotonina, um neurotransmissor produzido pelo Sistema Nervoso Central de humanos e de animais, associado à sensação de bem-estar. Sabe aquela sensação agradável que a gente tem ao comer chocolate*? O responsável por ela é o triptofano! Assim, níveis baixos de serotonina estão relacionados à ansiedade, depressão e insônia. Desse modo, o triptofano, em associação com a niacina (vitamina B3) e com o magnésio, por meio de algumas reações químicas no organismo, produz e aumenta os níveis de serotonina, promovendo a sensação de bem-estar. Porém, o triptofano é classificado como um aminoácido essencial, ou seja, não é sintetizado pelo organismo e precisa ser ingerido na dieta, por isso a suplementação torna-se importante para alguns cães.

* Lembre-se que o chocolate é proibido para cachorros, visto que pode levar à intoxicação por um outro componente, a teobromina.

O Calmyn Dog está disponível em frascos de 40ml e de 120ml, nos preços médios de R$37,00 e R$67,00, respectivamente. E como usar? Administrar 1ml para cada 3kg de peso por via oral diariamente. A sua administração é prática: o líquido é palatável, com aroma de carne, e uma seringa acompanha a embalagem.

3.2 Fitocalmyn Palitos

Outra opção de calmante natural para cachorros é o Fitocalmyn Palitos, que também é um suplemento alimentar da Organnact, indicado para cães de qualquer de idade e com aminoácidos (triptofano), vitaminas, minerais e extrato da planta Passiflora incarnata.

Assim como o Calmyn Dog, o Fitocalmyn Palitos também aumenta a produção de serotonina pela presença do triptofano. Além disso, a presença da Passiflora incarnata aumenta o nível do ácido gama-aminobutírico (GABA), um outro neurotransmissor produzido pelo Sistema Nervoso Central de humanos e de animais, cuja função é desacelerar a atividade cerebral, minimizando o estresse e a ansiedade.

O Fitocalmyn Palitos está disponível em sachês de 40g ou em latas de 160g e 1kg, nos preços médios de R$10,00, R$40,00 e R$200,00, respectivamente. Deve-se fornecer diariamente 1 palito para raças de pequeno porte (até 10kg), 2 palitos para raças de médio porte (10 a 25kg) e 3 palitos para raças de grande porte (acima de 25kg).

Calmyn Dog e Fitocalmyn Palitos para Cachorros com Medo de Fogos de Artifício

Pronto! Agora você já sabe como agir se o seu cachorro tem medo de fogos de artifício. Transmita segurança e confiança para ele e mostre que está tudo bem, comece a praticar os toques corporais alguns dias antes e, no dia, coloque as amarrações corporais. Se necessário, administre os calmantes naturais. Tenha paciência e persistência também, cada cãozinho tem o seu tempo! Vamos tentar? 🙂

Por último, deixo aqui uma curiosidade: em dezembro de 2018, a Ford lançou um protótipo de uma casinha de cachorro à prova de som, desenvolvida especialmente para situações de queima de fogos de artifício. Por enquanto é só um protótipo mesmo, mas vamos torcer para que em breve ela chegue ao mercado. Confira aqui:

E, você quer saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download o Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.

 

 

Vacina V12 para Cachorros: O que é? Nacional ou Importada? Qual é o Preço?

O que é vacina V12 para cachorros?

A vacina V12 é um tipo de vacina múltipla ou polivalente para cachorros, porém a sua aplicação não é recomendada, sendo mais indicado vacinar cachorros com os outros tipos de vacina múltipla ou polivalente.

Assim como a vacina da raiva, a vacina múltipla ou polivalente é classificada como essencial para cachorros, visto que previne contra doenças graves. Também existem as vacinas opcionais, as quais protegem contra doenças mais brandas.

Para saber mais sobre vacinas para cachorros, preparamos o post “Vacinas para Cachorros: Para Você Entender Tudo sobre o Assunto“.

Quais são os outros tipos de vacina múltipla ou polivalente para cachorros?

Os outros tipos de vacina múltipla ou polivalente são as vacinas V8, V10 e V14.

Ambas são vacinas fabricadas com vírus vivos e atenuados combinados com a bactéria inativada de Leptospira spp. e ambas conferem proteção contra 7 doenças, as quais são: cinomose, parvovirose, coronavirose, adenovirose, parainfluenza, hepatite infecciosa e leptospirose.

Quais são as diferenças entre os tipos de vacina múltipla ou polivalente para cachorros?

Quanto à composição:

A diferença está unicamente na quantidade de antígenos da bactéria Leptospira spp. utilizada em cada vacina.

O que acontece é que existem vários tipos de bactérias Leptospira spp. e, para cada tipo, existe um antígeno específico. Assim, a leptospirose é uma doença causada por diversos tipos da bactéria do gênero Leptospira spp..

Considerando este aspecto, a vacina múltipla ou polivalente combate até 8 tipos diferentes da bactéria Leptospira spp.. Quanto maior o número do “V”, mais antígenos a vacina apresenta e mais tipos da bactéria a vacina combate.

A vacina V8 combate 2 tipos, a vacina V10 combate 4 tipos e a vacina V12 combate 7 tipos. A vacina V14 contém mais outros tipos diferentes, dos quais alguns não estão presentes no Brasil.

Quanto à fabricação:

Existem vacinas V8 e V10 nacionais e importadas. Porém, não existe vacina V12 importada, somente existe vacina V12 nacional! Já a vacina V14 não está disponível no Brasil.

Para você entender melhor as diferenças entre os tipos de vacina múltipla ou polivalente, preparamos o post. “Vacinas V8, V10, V12 e V14 para Cachorros: Qual é a Diferença e como Escolher?“.

Por que a aplicação da vacina V12 não é recomendada para cachorros?

Porque recomenda-se sempre a aplicação de vacinas importadas em cachorros e a vacina V12 é uma vacina nacional.

As vacinas importadas apresentam qualidade superior em relação às vacinas nacionais. Ambas são testadas e registradas na ANVISA, porém a vacina importada é vendida exclusivamente para médicos veterinários, o que garante um cuidado maior no transporte, no armazenamento e na aplicação da vacina – fatores que são essenciais para manter a eficácia da vacina.

Como a vacina V12 é nacional, ela pode ser vendida para qualquer tipo de estabelecimento, em que não há um médico veterinário responsável, como agropecuárias, por exemplo. Assim, não se tem o cuidado adequado com a temperatura de armazenamento das vacinas e nem com a aplicação das vacinas, feita por pessoas sem experiência ou entregue aos proprietários para realizá-la em casa, resultando em perda de qualidade e de eficácia da vacina.

Para saber melhor sobre as diferenças entre as vacinas nacionais e importadas, confira o nosso post “Vacinas Nacionais e Importadas para Cachorros e Gatos: Entenda Definitivamente as Diferenças“.

Quais os tipos de vacina múltipla ou polivalente recomendados para cachorros?

Recomenda-se a aplicação das vacinas V8 ou V10 importadas para cachorros.

Ambas apresentam ótima cobertura vacinal para os tipos de Leptospira spp. mais prevalentes no Brasil (Leptospira canicola e Leptospira icterohaemorrhagiae) e, como são importadas, são vendidas exclusivamente para médicos veterinários, o que garante a eficácia das vacinas.

Para saber mais sobre a vacina V8, confira o nosso post “Vacina V8 para Cachorros: O que é? Qual a Diferença para as Vacinas V10, V12 e V14? Quando Aplicar? Qual é o Preço? E Muito Mais!“.

Para saber mais sobre a vacina V10, confira o nosso post “Vacina V10 para Cachorros: O que é? Qual a Diferença para as Vacinas V8, V12 e V14? Quando Aplicar? Qual é o Preço? E Muito Mais!“.

Quando a vacina múltipla ou polivalente deve ser aplicada em cachorros?

As vacinas múltipla ou polivalente, deve ser aplicada a partir de 6 a 8 semanas de idade, em 3 doses com intervalos de 3 a 4 semanas.

Cães adultos com histórico de vacinação desconhecido também devem receber o mesmo protocolo vacinal.

É necessário realizar uma dose de reforço anualmente.

Quais são as orientações para aplicação da vacina múltipla ou polivalente em cachorros?

Antes da aplicação da vacina múltipla ou polivalente, assim como antes da aplicação de qualquer vacina, os animais devem ser submetidos à consulta prévia com um médico veterinário para avaliação clínica e física e somente animais saudáveis podem ser vacinados. As vacinas devem ser aplicadas exclusivamente por um médico veterinário.

Qual é o preço da vacina V12 para cachorros?

Como a vacina V12 é uma vacina nacional, seu preço é menor quando comparado ao preço das vacinas V8 e V10 importadas. Porém, ela não garante que o seu cachorro esteja imunizado e ele corre o risco de desenvolver as doenças a qual a vacina deveria proteger. Logo, as vacinas V8 e V10 oferecem uma melhor relação custo benefício.

Onde aplicar a vacina múltipla ou polivalente em cachorros na cidade de Porto Alegre?

Para você saber onde vacinar o seu cachorro em Porto Alegre, preparamos o post “Saiba Onde Vacinar Cachorros e Gatos em Porto Alegre” com algumas clínicas veterinárias nos principais bairros de Porto Alegre.

E, você quer saber muito mais sobre vacinas e saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download do Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.

 

Vacina V10 para Cachorros: O que é? Qual a Diferença para as Vacinas V8, V12 e V14? Quando Aplicar? Qual é o Preço? E Muito Mais!

O que é vacina V10 para cachorros?

A vacina V10 é um tipo de vacina múltipla ou polivalente para cachorros.

Assim como a vacina da raiva, a vacina múltipla ou polivalente é classificada como essencial para cachorros, visto que previne contra doenças graves. Também existem as vacinas opcionais, as quais protegem contra doenças mais brandas.

Para saber mais sobre vacinas para cachorros, confira o nosso post “Vacinas para Cachorros: Para Você Entender Tudo sobre o Assunto”.

Quais são os outros tipos de vacina múltipla ou polivalente para cachorros?

Os outros tipos de vacina múltipla ou polivalente são as vacinas V8, V12 e V14.

Ambas são vacinas fabricadas com vírus vivos e atenuados combinados com a bactéria inativada de Leptospira spp. e ambas conferem proteção contra 7 doenças, as quais são: cinomose, parvovirose, coronavirose, adenovirose, parainfluenza, hepatite infecciosa e leptospirose.

Quais são as diferenças entre os tipos de vacina múltipla ou polivalente para cachorros?

Quanto à composição:

A diferença está unicamente na quantidade de antígenos da bactéria Leptospira spp. utilizada em cada vacina.

O que acontece é que existem vários tipos de bactérias Leptospira spp. e, para cada tipo, existe um antígeno específico. Assim, a leptospirose é uma doença causada por diversos tipos da bactéria do gênero Leptospira spp..

Considerando este aspecto, a vacina múltipla ou polivalente combate até 8 tipos diferentes da bactéria Leptospira spp.. Quanto maior o número do “V”, mais antígenos a vacina apresenta e mais tipos da bactéria a vacina combate.

A vacina V8 combate 2 tipos, a vacina V10 combate 4 tipos e a vacina V12 combate 7 tipos. A vacina V14 contém mais outros tipos diferentes, dos quais alguns não estão presentes no Brasil.

Quanto à fabricação:

Existem vacinas V8 e V10 nacionais e importadas. Porém, não existe vacina V12 importada, somente existe vacina V12 nacional! Já a vacina V14 não está disponível no Brasil.

Para você entender melhor as diferenças entre os tipos de vacina múltipla ou polivalente, preparamos o post. “Vacinas V8, V10, V12 e V14 para Cachorros: Qual é a Diferença e como Escolher?

Quais são os tipos da bactéria Leptospira spp. que a vacina V10 para cachorros combate?

A vacina 10 combate os tipos de bactéria Leptospira canicola, Leptospira icterohaemorrhagiae, Leptospira grippotyphosa e Leptospira pomona. A Leptospira canicola e a Leptospira icterohaemorrhagiae são os tipos mais prevalentes no Brasil, logo a vacina V10 para cachorros apresenta ótima cobertura no país.

Quando a vacina V10 deve ser aplicada em cachorros?

A vacina V10, assim como os demais tipos de vacina múltipla ou polivalente, deve ser aplicada a partir de 6 a 8 semanas de idade, em 3 doses com intervalos de 3 a 4 semanas.

Cães adultos com histórico de vacinação desconhecido também devem receber o mesmo protocolo vacinal.

É necessário realizar uma dose de reforço anualmente.

Quais são as orientações para aplicação da vacina V10 em cachorros?

Antes da aplicação da vacina V10, assim como antes da aplicação de qualquer vacina, os animais devem ser submetidos à consulta prévia com um médico veterinário para avaliação clínica e física e somente animais saudáveis podem ser vacinados. As vacinas devem ser aplicadas exclusivamente por um médico veterinário.

Recomenda-se a vacina V10 para cachorros nacional ou importada?

Recomenda-se a aplicação da vacina V10 importada para cachorros, assim como as demais vacinas.

As vacinas importadas apresentam qualidade superior em relação às vacinas nacionais. Ambas são testadas e registradas na ANVISA, porém a vacina importada é vendida exclusivamente para médicos veterinários, o que garante um cuidado maior no transporte, no armazenamento e na aplicação da vacina – fatores que são essenciais para manter a eficácia da vacina.

Para saber melhor sobre as diferenças entre as vacinas nacionais e importadas, confira o nosso post “Vacinas Nacionais e Importadas para Cachorros e Gatos: Entenda Definitivamente as Diferenças”.

Quais são as marcas de vacina V10 importadas para cachorros disponíveis no mercado?

As marcas de vacina V10 importadas para cachorros são: Duramune® Max 5 – CvK/4L da Fort dodge e Vanguard® Plus da Pfizer.

Qual é o preço da vacina V10 importada para cachorros?

O preço da vacina V10 importada para cachorros varia de acordo com cada clínica veterinária. Geralmente, a dose fica em torno de 60 a 80 reais. Pesquise nas diferentes clínicas veterinárias da sua cidade, mas lembre-se que a recomendação é sempre a vacina importada pela garantia da sua eficácia.

Onde aplicar a vacina V10 em cachorros na cidade de Porto Alegre?

Para você saber onde vacinar o seu cachorro em Porto Alegre, preparamos o post “Saiba Onde Vacinar Cachorros e Gatos em Porto Alegre” com algumas clínicas veterinárias nos principais bairros de Porto Alegre.

E, você quer saber muito mais sobre vacinas e saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download do Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.

Vacina V8 para Cachorros: O que é? Qual a Diferença para as Vacinas V10, V12 e V14? Quando Aplicar? Qual é o Preço? E Muito Mais!

Vacina V8 para Cachorros

O que é vacina V8 para cachorros?

A vacina V8 é um tipo de vacina múltipla ou polivalente para cachorros.

Assim como a vacina da raiva, a vacina múltipla ou polivalente é classificada como essencial para cachorros, visto que previne contra doenças graves. Também existem as vacinas opcionais, as quais protegem contra doenças mais brandas.

Para saber mais sobre vacinas para cachorros, confira o nosso post “Vacinas para Cachorros: Para Você Entender Tudo sobre o Assunto”.

Quais são os outros tipos de vacina múltipla ou polivalente para cachorros?

Os outros tipos de vacina múltipla ou polivalente são as vacinas V10, V12 e V14.

Ambas são vacinas fabricadas com vírus vivos e atenuados combinados com a bactéria inativada de Leptospira spp. e ambas conferem proteção contra 7 doenças, as quais são: cinomose, parvovirose, coronavirose, adenovirose, parainfluenza, hepatite infecciosa e leptospirose.

Quais são as diferenças entre os tipos de vacina múltipla ou polivalente para cachorros?

Quanto à composição:

A diferença está unicamente na quantidade de antígenos da bactéria Leptospira spp. utilizada em cada vacina.

O que acontece é que existem vários tipos de bactérias Leptospira spp. e, para cada tipo, existe um antígeno específico. Assim, a leptospirose é uma doença causada por diversos tipos da bactéria do gênero Leptospira spp..

Considerando este aspecto, a vacina múltipla ou polivalente combate até 8 tipos diferentes da bactéria Leptospira spp.. Quanto maior o número do “V”, mais antígenos a vacina apresenta e mais tipos da bactéria a vacina combate.

A vacina V8 combate 2 tipos, a vacina V10 combate 4 tipos e a vacina V12 combate 7 tipos. A vacina V14 contém mais outros tipos diferentes, dos quais alguns não estão presentes no Brasil.

Quanto à fabricação:

Existem vacinas V8 e V10 nacionais e importadas. Porém, não existe vacina V12 importada, somente existe vacina V12 nacional! Já a vacina V14 não está disponível no Brasil.

Para você entender melhor as diferenças entre os tipos de vacina múltipla ou polivalente, preparamos o post. “Vacinas V8, V10, V12 e V14 para Cachorros: Qual é a Diferença e como Escolher?

Quais são os tipos da bactéria Leptospira spp. que a vacina V8 para cachorros combate?

A vacina V8 combate os tipos de bactéria Leptospira canicola e Leptospira icterohaemorrhagiae. Esses tipos são os mais prevalentes no Brasil, logo a vacina V8 para cachorros apresenta ótima cobertura no país.

Quando a vacina V8 deve ser aplicada em cachorros?

A vacina V8, assim como os demais tipos de vacina múltipla ou polivalente, deve ser aplicada a partir de 6 a 8 semanas de idade, em 3 doses com intervalos de 3 a 4 semanas.

Cães adultos com histórico de vacinação desconhecido também devem receber o mesmo protocolo vacinal.

É necessário realizar uma dose de reforço anualmente.

Quais são as orientações para aplicação da vacina V8 em cachorros?

Antes da aplicação da vacina V8, assim como antes da aplicação de qualquer vacina, os animais devem ser submetidos à consulta prévia com um médico veterinário para avaliação clínica e física e somente animais saudáveis podem ser vacinados. As vacinas devem ser aplicadas exclusivamente por um médico veterinário.

Recomenda-se a vacina V8 para cachorros nacional ou importada?

Recomenda-se a aplicação da vacina V8 importada para cachorros, assim como as demais vacinas.

As vacinas importadas apresentam qualidade superior em relação às vacinas nacionais. Ambas são testadas e registradas na ANVISA, porém a vacina importada é vendida exclusivamente para médicos veterinários, o que garante um cuidado maior no transporte, no armazenamento e na aplicação da vacina – fatores que são essenciais para manter a eficácia da vacina.

Para saber melhor sobre as diferenças entre as vacinas nacionais e importadas, confira o nosso post “Vacinas Nacionais e Importadas para Cachorros e Gatos: Entenda Definitivamente as Diferenças”.

Quais são as marcas de vacina V8 importadas para cachorros disponíveis no mercado?

As marcas de vacina V8 importadas para cachorros são: Recombitek® C6/CV da Merial, Vanguard® HTLP 5/CV-L da Pfizer, Quantum® Dog DA2PPvL CV da Intervet Shering plough e Canigen® CH(A2) ppi/LCv da Virbac.

Qual é o preço da vacina V8 importada para cachorros?

O preço da vacina V8 importada para cachorros varia de acordo com cada clínica veterinária. Geralmente, a dose fica em torno de 50 a 70 reais. Pesquise nas diferentes clínicas veterinárias da sua cidade, mas lembre-se que a recomendação é sempre a vacina importada pela garantia da sua eficácia.

Onde aplicar a vacina V8 em cachorros na cidade de Porto Alegre?

Para você saber onde vacinar o seu cachorro em Porto Alegre, preparamos o post “Saiba Onde Vacinar Cachorros e Gatos em Porto Alegre”’ com algumas clínicas veterinárias nos principais bairros de Porto Alegre.

E, você quer saber muito mais sobre vacinas e saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download do Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.

 

As 18 Melhores Raças de Cachorros para Apartamento: Saiba Quais São e Como Escolher

“Cachorro é tudo de bom” – como diz a Pedigree. Cachorros são alegres, carinhosos, fiéis e companheiros por natureza. Porém, exigem cuidado, atenção e responsabilidade. Com a maioria das pessoas morando em apartamento e vivendo uma rotina atribulada, como conciliar as duas coisas?

Você não precisar abrir mão de ter um cachorro. O que você pode fazer é considerar alguns fatores no momento da escolha, como tamanho, nível de energia, manutenção, presença de crianças e, em alguns casos, regras de condomínio.

Existem 11 grupos de raças definidos pela Confederação Brasileira de Cinofilia (antigamente, Confederação do Brasil Kennel Clube – CBKC), em que foram utilizados como critérios para agrupamento a semelhança física e o tipo de trabalho.

Assim, você pode optar por raças de menor tamanho, as quais apresentam menor nível de energia e, consequentemente, menor necessidade de exercícios. A maioria dessas raças, mais apropriadas para apartamentos, são as raças de cães de companhia.

Considerações importantes

É possível ter cachorros de porte grande em apartamento, sim. Porém, você precisa ter consciência que o nível de energia deles é muito maior, o que exige uma necessidade de exercícios muito maior também. Você precisa estar disposto a fazer passeios diários com o seu cachorro, promovendo exercícios e brincadeiras.

✓ Com toda a certeza, você também pode escolher um cachorro sem raça definida. Os vira-latas são únicos na sua natureza e muito afetuosos. No momento da escolha de filhotes, você pode observar o tamanho dos pais (se possível) e o tamanho das patas para estimar o quanto ele irá crescer. Se as patinhas forem grandes e largas, certamente será um cachorro de porte grande.

✓ Por mais que as raças mais apropriadas para apartamento tenham um nível de energia e uma necessidade de exercício menor que as demais, isso não significa que elas não precisem de exercícios. Passeios frequentes e brincadeiras estimulam a saúde física e mental, pois evitam a obesidade, exercitam ossos e articulações e ajudam na socialização dos cachorros. Além disso, é uma ótima oportunidade para você desacelerar da rotina e aproveitar um momento com o seu melhor amigo.

✓ Mesmo as raças seguindo um padrão físico e comportamental, você precisa considerar que cada cachorro, assim como nós, tem a sua personalidade baseada nas suas experiências, no ambiente em que vive e nas pessoas com quem convive. Logo, por mais que as características da raça sejam as predominantes, pode haver alguma alteração no comportamento.

✓ Ao decidir pela compra de um cãozinho, certifique-se de que o canil escolhido é registrado na Confederação Brasileira de Cinofilia. Cuidado com os canis clandestinos, em que não há garantia da pureza da raça e, principalmente, do bem-estar animal.

1. Bichon Frisé

Tamanho: 24 a 29 cm de altura, 3 a 5 kg.

O Bichon Frisé, sempre alegre e brincalhão, é muito apegado com o tutor, amigável com estranhos e com outros animais e dócil com crianças. É de fácil adestramento e se adapta bem em apartamentos, além de soltar pouco pêlo.

Observações: precisam de escovação frequente e de tosa periódica.

2. Boston Terrier

Tamanho: 38 a 43 cm de altura, 4 a 11 kg.

O Boston terrier adora agradar e divertir a sua família. Assim, é muito apegado com o tutor, amigável com outros animais e dócil com crianças. É muito companheiro, seja para ficar o dia todo ao seu lado em casa ou até mesmo para participar de agility.

Observações: como é uma raça braquicefálica, ou seja, de focinho achatado, pode desenvolver problemas respiratórios.

3. Buldogue Francês

Tamanho: 35 cm de altura, 8 a 14 kg.

O Buldogue Francês, uma das raças mais populares do momento, é alegre, divertido, brincalhão, amigável com estranhos e com outros animais e dócil com crianças. Companheiro, gosta de seguir o tutor pela casa e adora demonstrações de afeto. Late pouco e, quando late, é um latido rouco.

Observações: pode ser um pouco bagunceiro e desobediente, por isso precisa ser adestrado desde cedo. Como também é uma raça braquicefálica, ou seja, de focinho achatado, pode desenvolver problemas respiratórios. Também pode apresentar problemas de pele.

4. Buldogue Inglês

Tamanho: 30 a 38 cm de altura, peso 22 a 25 kg.

O Buldogue Inglês é tão tranquilo, que é até preguiçoso. É um cão muito apegado com o tutor, muito afetuoso e dócil com crianças. Não costuma fazer bagunça em casa, mas adora um sofá.

Observações: apesar de tranquilo, é teimoso e tem dificuldade para aprender comandos. Como também é uma raça braquicefálica, ou seja, de focinho achatado, pode desenvolver problemas respiratórios. Também pode apresentar problemas de pele e perda de pêlos. Ah, e eles roncam bastante!

5. Cavalier King Charles Spaniel

Tamanho: 30 a 33 cm de altura, 5 a 8 kg.

A raça ainda não é tão comum no Brasil, mas é encantadora. O Cavalier King Charles Spaniel é muito carinhoso e chama atenção pela sua tranquilidade, educação e tolerância. É muito apegado com o tutor, amigável com estranhos e com outros animais e dócil com crianças. É inteligente e de fácil adestramento.

Observações: por ser tão afetuoso, não gosta de ficar sozinho por muito tempo e precisa de companhia constante. Apresenta maior predisposição à siringomielia em relação às outras raças, uma doença neurológica em que a siringe, uma região da medula espinhal, se expande, causando lesões nervosas.

6. Cocker Spaniel Inglês

Tamanho: 38 a 43 cm de altura, 11 a 17 kg.

Embora tenha porte médio, o Cocker Spaniel Inglês é uma ótima raça para apartamento. Destaca-se pela sua sensibilidade e pela sua expressividade. É muito afetuoso e companheiro, adora estar junto com a sua família. É bastante sociável, sendo amigável com estranhos e com outros animais. É tranquilo, inteligente e de fácil adestramento.

Observações: precisa de escovação frequente, de tosa periódica e de limpeza dos ouvidos semanais. Pode ter problemas de pele e de ouvido.

7. Chihuahua

Tamanho: 15 a 22 cm de altura, até 3kg.

Conhecida por ser a menor raça de cachorros, o Chihuahua é muito apegado ao dono, sendo carinhoso e fiel a ele, mas é um pouco reservado com estranhos e com outros animais. É corajoso e protetor, tendo um bom comportamento de guarda, apesar do seu tamanho.

Observações: pode ser ciumento e dominador, sendo necessário que o tutor adote uma postura de liderança.

8. Dachshund

Tamanho: 20 a 22 cm de altura, 5 a 14 kg.

O famoso “salsichinha” ou “linguicinha” se adapta bem em apartamentos e adora estar entre a sua família. É curioso e corajoso, adotando um bom comportamento de guarda. Como gosta de brincar, de cavar e de enterrar coisas, tem um nível de energia um pouco maior em relação às outras raças. É reservado com estranhos e com outros animais.

Observações: como é uma raça condrodistrófica, ou seja, com os ossos dos membros encurtados, apresentam maior predisposição a problemas de coluna, como doença do disco intervertebral.

9. Lhasa Apso

Tamanho: 25 a 29 cm de altura, 5 a 9 kg.

O Lhasa Apso é um ótimo companheiro, seja para brincar ou para descansar ao lado do seu tutor. É tranquilo e muito apegado ao seu tutor. Porém, é desconfiado com estranhos e com outros animais.

Observações: por ser desconfiado, é necessário a sua socialização precoce. Precisa de escovação frequente e de tosa periódica.

10. Maltês

Tamanho: 22 a 25 cm de altura, 1 a 4 kg.

O Maltês adora tanto receber colo e carinho do seu tutor quanto correr e brincar. É corajoso, apresentando bom comportamento de guarda, e inclusive, pode desafiar cães maiores. Como o seu pêlo é semelhante ao cabelo humano, é ideal para pessoas alérgicas.

Observações: precisa de escovação frequente e de tosa periódica.

11. Pinscher

Tamanho: 25 a 30 cm de altura, 3 a 5 kg

O Pinscher adora ficar com a sua família (tanto que às vezes se torna ciumento) e apresenta bom comportamento de guarda. É corajoso e às vezes é um tanto imprudente, por não ter noção do seu tamanho e não calcular o perigo. É reservado com estranhos e com outros animais.

Observações: embora pequeno, dispõe de muita energia e não é tão tranquilo como as outras raças.

12. Poodle Toy e Micro Toy

Tamanho do Poodle Toy: 28 a 35 cm de altura, 7  kg.

Tamanho do Poodle Micro Toy: 24 a 28 cm de altura, até 7 kg.

Segunda raça de cachorros mais inteligente, atrás somente do Border Collie, o Poodle é obediente e de fácil adestramento. É dócil com a sua família, mas tende a se apegar a uma pessoa. É reservado com estranhos e com outros animais. Além disso, solta pouco pêlo!

Observações: precisa de escovação frequente e de tosa periódica. Apesar da expectativa de vida ser longa, pode ser acometidos por diversos problemas de saúde, como doenças cardiológicas, endocrinológicas, dermatológicas e neurológicas (epilepsia).

13. Pug

Tamanho: 25 a 30 cm de altura, 6 a 8 kg.

Também uma das raças mais populares do momento, o Pug destaca-se por ser um companheiro inseparável do seu tutor, com o seu jeito dócil e carinhoso de ser. Também é amigável com estranhos e com outros animais. Além disso, é tranquilo e late pouco, sendo uma ótima opção para apartamento.

Observações: como também é uma raça braquicefálica, ou seja, de focinho achatado, pode desenvolver problemas respiratórios. Pode apresentar também problemas de pele. E como o Buldogue Inglês, também ronca bastante!

14. Schnauzer

Tamanho: 30 a 36 cm de altura, 5 a 7 kg.

Companheiro, curioso, alerta, inteligente e corajoso, o Schnauzer se adapta bem em apartamento, é muito apegado com o tutor e apresenta bom comportamento de guarda. Também é dócil com crianças.

Observações: pode ser um pouco teimoso e pode latir bastante.

15. Shih tzu

Tamanho: até 28 cm de altura, 4 a 7 kg.

Muito adequado para apartamentos, o Shih tzu é calmo e dócil. Apegado ao tutor, adora o seguir pela casa. Gosta de atenção e de companhia constante. Além de alegre, é bastante alerta e costuma latir para dar sinal.

Observações: precisa de escovação frequente e de tosa periódica.

16. Sptiz Alemão (Lulu da Pomerânia)

Tamanho: 20 a 27 cm de altura, 1 a 3 kg.

O Sptiz Alemão, popularmente conhecido como Lulu da Pomerânia, é dócil com a sua família, porém por ser corajoso e protetor, é desconfiado com estranhos e com outros animais e apresenta bom comportamento de guarda. É curioso, inteligente e de fácil adestramento, necessitando de brincadeiras que estimulem a sua inteligência, como “caça ao tesouro”, por exemplo. Ah, e apesar da pelagem longa, não precisa de tosa!

Observações: por ser muito apegado com a sua família e ter um instinto protetor forte, pode desenvolver comportamento possessivo em relação ao tutor e ao ambiente em que vive e precisa de socialização precoce.

17. West Highland White Terrier

Tamanho: 25 a 27 cm de altura, 6 a 9 kg.

Famoso por ser o cachorrinho do provedor de internet IG, o West Highland White Terrier é de personalidade alegre e divertida. É muito companheiro e afetuoso, sendo muito apegado ao tutor. Também é de fácil adestramento e apresenta bom comportamento de guarda.

Observações: precisa de escovação frequente e de tosa periódica.

 

18. Yorkshire Terrier

Tamanho: 17 a 20 cm de altura, 2.5 a 3.5 kg.

Uma das raças mais procuradas para apartamentos, o Yorkshire Terrier é inteligente e de fácil adestramento. Seu temperamento é influenciado pelo temperamento do ambiente em que vive: será mais tranquilo em uma casa tranquila ou será mais agitado em uma casa agitada. Adora receber atenção da sua família, mas também é independente e se diverte sozinho com alguns brinquedos. Apesar da pelagem longa, não solta muito pêlo e não precisa de tosa. Assim como o Maltês, o seu pêlo é semelhante ao cabelo humano, sendo ideal para pessoas alérgicas.

Observações: precisa de escovação frequente.

Agora você já sabe quais são as melhores raças de cachorros para apartamentos! Como você pode ver, existem várias  opções, e independente de qual for a sua escolha, saiba que você receberá muito amor e terá uma experiência gratificante. 🙂

E, você quer saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download o Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.

Como Fazer o Gato Beber Água: Confira 7 Dicas Simples e Fáceis

A água, além de ser essencial para a saúde, é de extrema importância para os gatos. Mas… E por que é tão importante assim para os gatos? Porque os gatos têm uma predisposição muito maior a desenvolverem doenças do trato urinário que as outras espécies. Assim, o consumo adequado de água é a chave para a prevenção, pois ajuda a manter o fluxo urinário e a concentração urinária ideiais.

Na clínica felina, é muito comum os casos de doença do trato urinário inferior felino (DTUIF), que compreende a bexiga e a uretra. Pode ser causada por doenças inflamatórias da bexiga e da uretra de origem desconhecida ou de origem infecciosa, por neoplasias, por cálculos (urolitíase) ou por estenose da uretra. É classificada em não-obstrutiva ou obstrutiva – esta última é considerada uma emergência e os gatos precisam receber atendimento veterinário o mais rápido possível.

É importante ressaltar que gatos machos apresentam maior chance de desenvolver a doença, pois a uretra dos machos é mais fina em relação a uretra das fêmeas. Gatos castrados também apresentam maior chance, visto que com a castração os gatos ficam mais sedentários, se movimentam menos e bebem menos água. Assim, a urina fica retida na bexiga por mais tempo e causa irritação da parede.

Vale lembrar que a castração é um procedimento essencial para os gatos, visto que previne o tumor de mama em fêmeas e o tumor de próstata em machos, melhora o comportamento e contribui para o controle populacional e não é um fator que predispõe a doenças urinárias, desde que o gato seja estimulado a beber água e a se movimentar com exercícios e brincadeiras, por exemplo.

Geralmente, os gatos apresentam dificuldade e dor ao urinar, aumento da frequência com diminuição do volume de urina, sangue na urina e podem urinar fora do local habitual.

E o seu gato? Ele está bebendo pouca água? Confira aqui 7 dicas simples e fáceis, saiba como fazer o seu gato beber água e previna as doenças do trato urinário.

Como Fazer o Gato Beber Água?

1. Manter sempre a água fresca

É ideal trocar a água dos gatos 2 vezes por dia e lavar as vasilhas de água diariamente para manter sempre a água fresca. Vasilhas de vidro, porcelana, cerâmica ou aço inox são melhores que vasilhas de plástico, pois não favorecem a proliferação bacteriana e mantém a água mais fresca.

2. Oferecer água em vasilhas de formatos diferentes

Cada gato tem a sua preferência por vasilha. Alguns preferem vasilhas grandes para não encostar os bigodes nas bordas, enquanto outros preferem vasilhas pequenas para encostar somente a língua. Assim, variando o formato das vasilhas fica mais fácil de saber o modo que os gatos preferem beber água.

3. Colocar as vasilhas de água longe das vasilhas de comida

Apesar de domesticados, os gatos conservam muito seus instintos de viver natureza. Como na natureza os gatos não beberiam água perto do seu alimento, ou seja, da sua presa, para evitar contaminação, é interessante manter água e comida longes uma da outra.

4. Colocar fontes de água pela casa

Também a fim de mimetizar a natureza, a água corrente da fonte simula o barulho da água corrente de rios e riachos, onde os gatos beberiam água. Logo, é uma maneira de os gatos se sentirem mais próximos da sua natureza.

5. Espalhar várias vasilhas de água pela casa

Na natureza, os gatos não teriam água em um lugar fixo. Assim, espalhar várias vasilhas de água em lugares diferentes da casa pode ser uma opção bastante atrativa para os gatos.

6. Colocar a água em vasilhas de vidro com espelho embaixo

A função do espelho embaixo da vasilha de vidro é mostrar o reflexo dos gatos, mais uma vez, mimetizando a natureza, em que os gatos veriam o seu reflexo ao beber água em rios e riachos.

7. Acrescentar ração úmida na alimentação dos gatos

Última dica, mas não  menos importante, é acrescentar ração úmida na alimentação dos gatos. As rações úmidas apresentam em torno de 80% de umidade, enquanto as rações secas apresentam em torno de 10% de umidade. Além de hidratar os gatos, a ração úmida é altamente palatável, é atrativa pelo seu cheiro e pela sua consistência e apresenta os nutrientes necessários para a dieta dos gatos.

Pronto! Agora você já sabe como fazer o seu beber água com 7 dicas simples e fáceis. Fique sempre atento ao consumo de água do seu gato, estimule o consumo de água, exercícios e brincadeiras, promovendo uma vida mais saudável ao seu melhor amigo. Vamos tentar? 🙂

E, você quer saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download o Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.

O Meu Cachorro Foi Picado por uma Abelha! O Que Fazer?

Esses dias a noite, uma amiga ligou dizendo que o cachorrinho dela havia sido picado por uma abelha há poucos minutos atrás e que o seu focinho estava muito inchado. Ela me perguntou: “o que eu faço?!”. Diante da aflição do momento e da dúvida sobre o que fazer, preparamos esse post para esclarecer as suas dúvidas sobre a picada de abelhas em cachorros e para instruir você a como agir se isso acontecer com o seu melhor amigo.

O Meu Cachorro Foi Picado por uma Abelha! O Que Fazer?

Você só precisa fazer uma única coisa: leve imediatamente o seu cachorro a uma clínica veterinária da sua confiança. O médico veterinário fará a remoção correta do ferrão e a administração da medicação adequada para o seu cãozinho. E jamais tente sozinho remover o ferrão!

Como identifico se o meu cachorro foi picado por uma abelha?

Como a abelha morre ao ferroar a vítima, é possível encontrar a abelha morta pelo chão do ambiente onde aconteceu a picada.

Também é possível a visualização do ferrão e do saco de veneno, pois na ferroada, ambos ficam retidos na pele. Já vespas e marimbondos não deixam o ferrão na pele e podem ferroar a vítima várias vezes.

Geralmente, os cachorros apresentam vermelhidão da pele (eritema), inchaço (edema) e dor. Essas lesões são mais frequente na região da cabeça e das patas, pelo hábito frequente de farejar o ambiente.

Posso tentar remover o ferrão?

Jamais! Embora a intenção seja boa, ela pode causar alguns problemas.

Existe uma maneira certa de remover o ferrão da abelha, o qual deve ser raspado para fora da pele até que seja completamente desalojado. O ferrão nunca deve ser apertado com pinça ou com os dedos, visto que assim o saco de veneno pode romper, expondo ainda mais o cachorro ao seu conteúdo. A remoção do ferrão deve ser realizada o mais rápido possível, pois pode injetar veneno no animal por até 2 a 3 minutos após se separar da abelha.

Além disso, essa experiência pode ser estressante para vocês dois e ambos podem se machucar.

Por isso, é necessário que você leve imediatamente o seu cachorro em uma clínica veterinária da sua confiança, onde há médicos veterinários preparados para lidar com a situação, remover corretamente o ferrão e administrar a medicação adequada para o seu cãozinho.

Como o ferrão e o veneno da abelha agem no organismo?

As reações desencadeadas podem ser locais ou sistêmicas e de origem tóxica ou alérgica. As reações de origem tóxica estão associadas aos componentes do veneno e as reações de origem alérgica estão associadas a resposta inflamatória do próprio organismo. É importante considerar que uma reação sistêmica de origem alérgica caracteriza um choque anafilático – que será abordado na sequência.

O veneno da abelha, também chamado de apitoxina, é produzido em glândulas localizadas no abdômen da abelha e é introduzido no corpo da vítima por um canal existente no ferrão. Apresenta como componentes a histamina, a melitina, a apamina, a hialuronidase e a fosfolipase.

Basicamente, a picada da abelha desencadeia uma reação inflamatória mediada principalmente pela histamina. Ao detectar o estímulo agressor, os anticorpos chamados Imunoglobulinas E se ligam na superfície das células de defesa chamadas basófilos e mastócitos, que produzem histamina, estimulando a liberação de pequenos grânulos com a substância.

A histamina age nos vasos sanguíneos periféricos, causando vasodilatação e extravasamento de fluido plasmático para o tecido extravascular com posterior acúmulo desse fluido entre os vasos sanguíneos e o tecido conjuntivo, o que resulta no inchaço (edema).

Também age na musculatura lisa, aumentando a contração e o peristaltismo, o que pode causar constrição das vias respiratórias e hipermotilidade intestinal.

Como é feito o tratamento da picada de abelha nos cachorros?

Após a remoção do ferrão, recomenda-se compressas de gelo para alívio da inflamação, lidocaína tópica para alívio da dor, anti-histamínicos (como a difenidramina) e anti-inflamatórios esteroidais (como a prednisolona) para diminuir a resposta inflamatória. O paciente deve ser monitorado nas 2 a 3 horas seguintes para observação da resposta ao tratamento.

Lembrando que o tratamento deve ser realizado exclusivamente por médicos veterinários!

E sobre o choque anafilático?

Embora não seja comum, é possível os cachorros entrarem em choque anafilático por uma picada de abelha.

Na anafilaxia, os animais começam a apresentar os sinais clínicos dentro de 15 minutos após a exposição, os quais cursam com edema, coceira, dificuldade respiratória, salivação, fraqueza muscular, incoordenação dos membros, vômito, micção, defecação e convulsões.

Quanto mais intensa a reação, maior é a liberação de histamina e maior é a vasodilatação. A vasodilatação diminui o retorno venoso (quantidade de sangue que chega ao coração), acumulando o sangue nas veias e diminuindo o volume de sangue circulante no corpo, o que causa insuficiência cardíaca e hipovolemia.

O tratamento de deve ser feito a fim de impedir o colapso cardiovascular. Recomenda-se a  administração precoce de fluidoterapia, anti-histamínicos (como a difenidramina) e anti-inflamatórios esteroidais (como predinisolona). O uso de epinefrina (adrenalina), que faz a constrição dos vasos periféricos, aumenta a pressão arterial, dilata as vias respiratórias e aumenta a frequência cardíaca e a força de contração do coração pode ser útil desde que seja no início do choque.

Como prevenir que o meu cachorro seja picado por uma abelha?

Tenha cuidado com flores, pois abelhas coletam o pólen e o néctar delas para a sua alimentação. Observe se há colmeias em árvores próximas da sua casa. Em alguns casos, é preciso chamar serviços dedetização para remoção de colmeias do ambiente urbano. Por último, verifique a vasilha de água do seu cãozinho, pois mesmo a abelha morrendo afogada, o seu ferrão ainda pode causar problemas.

Agora você já o que fazer se o cachorro for picado por uma abelha: levar imediatamente a uma clínica veterinária e jamais remover o ferrão por conta própria. Com a remoção correta do ferrão e a medicação adequada, seu cãozinho irá se recuperar rapidinho. Para saber mais sobre clínicas veterinárias 24 horas em Porto Alegre, confira o post “Clínicas Veterinárias 24 horas em Porto Alegre: encontre a mais próxima de você“. Mais alguma dúvida? Deixe nos comentários! 🙂

Ah, e lembra do cachorrinho do início do post? Ele foi levado a um médico veterinário, recebeu o tratamento adequado e passa bem! 😉

E, você quer saber como garantir que o seu pet está realmente prevenido contra diversas doenças e que ele está sendo vacinado corretamente? A resposta é simples: basta acessar o Guia de Vacinação de Cães e Gatos, desenvolvido especialmente para tutores de cães e gatos. Com este material, você poderá garantir que o seu pet está recebendo as vacinas corretas nos períodos corretos e que ele está recebendo também vacinas de qualidade, além de saber quais as doenças as quais ele está protegido e o que elas causariam, as reações adversas das vacinas, os locais indicados para aplicação de vacinas em gatos e muito mais! Clique aqui para acessar e fazer download o Guia de Vacinação de Cães e Gatos e garanta que o seu pet esteja realmente prevenido.